O que é o tratamento de canal?
Dentro de cada dente existe a polpa — tecido com nervos e vasos sanguíneos. Quando uma cárie profunda, trinca ou trauma atinge a polpa, ela inflama ou infecciona, causando aquela dor intensa e latejante. O tratamento de canal remove a polpa comprometida, desinfeta o interior do dente e o sela com material obturador.
O objetivo é um só: eliminar a dor e a infecção preservando o seu dente natural, que continua funcionando normalmente por muitos anos.
Como funciona o tratamento
Com anestesia local e isolamento do dente, os canais são limpos e modelados com instrumentos rotatórios modernos, que tornam o procedimento mais rápido e preciso. Em muitos casos, o tratamento é concluído em sessão única; casos mais complexos podem exigir duas ou três sessões.
Após o canal, o dente geralmente recebe uma restauração ou coroa para devolver resistência e estética. Sem essa proteção final, o dente tratado fica frágil — por isso concluímos sempre a reabilitação completa.
Sinais de que você pode precisar de canal
- Dor de dente intensa, espontânea ou latejante
- Sensibilidade prolongada ao quente ou frio
- Inchaço na gengiva ou no rosto, "bolinha" (fístula) na gengiva
- Dente escurecido após trauma
- Dor ao mastigar ou pressionar o dente
Canal na Sorriliê: tecnologia contra a dor
Usamos instrumentação rotatória moderna, que torna o tratamento mais rápido, preciso e confortável que as técnicas manuais antigas — muitos casos são resolvidos em sessão única. Casos de dor aguda têm prioridade de encaixe, porque sabemos que dor de canal não espera. E finalizamos sempre com a restauração adequada, para o dente tratado durar décadas.
Perguntas frequentes sobre tratamento de canal
Não. Com a anestesia moderna, o procedimento é indolor — a dor que o paciente sente é a da infecção antes do tratamento. O canal é justamente o que elimina essa dor.
Muitos casos são resolvidos em sessão única. Dentes com infecção extensa ou anatomia complexa podem precisar de 2 a 3 sessões.
Sempre que possível, preservar o dente natural é a melhor escolha — nenhum implante supera o dente original. A extração fica para casos em que o dente não tem mais condições de ser restaurado.